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29 de outubro de 2026, às 12:57
Depois de a Petrobras anunciar na noite da quarta-feira, 28, que registrou um recorde de produção no terceiro trimestre com avanço do pré-sal, a presidente da estatal, Madga Chambriard, afirmou em rede social que a companhia atingiu novo recorde, desta vez relacionado a operações de ship-to-ship de petróleo em terminais.
“De forma inédita, no dia 18 de outubro, ocorreram 3 operações de transbordo de petróleo simultaneamente no Porto de Açu, envolvendo as embarcações a seguir”, disse Magda, enumerando as operações feitas pela Vast.
Segundo ela, o Eagle Victoria (VLCC) recebeu o petróleo Itapu do navio DP2 Maran Lambada e, posteriormente, o petróleo Tupi do navio DP2 Rio 2016, seguindo viagem para Ásia.
O Eagle Valence (VLCC) recebeu o petróleo Búzios do navio DP2 Eagle Crato e, em seguida, o petróleo Atapu do navio DP2 Brasil 2014, seguindo viagem também para Ásia. Já o Delta Ocean (Suezmax) recebeu o petróleo Mero do navio DP2 Elka Paraná, seguindo viagem para a Europa, informou.
“Esse é mais um excelente resultado envolvendo as operações de exportação de petróleo da Petrobras, favorecendo o escoamento da produção do E&P, a confiabilidade operacional das operações de transbordo e a eficiência da frota”, disse Magda.
Segundo a Vast, o T-Oil é líder nacional em transbordo de petróleo entre navios e respondeu por 48% das exportações brasileiras de óleo cru realizadas a partir de terminais em 2025, de acordo com dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O terminal conta com licença para movimentar até 1,8 milhão de barris por dia e opera com três berços de atracação.
Além da Petrobras, a carteira de clientes atendida pela Vast no T-Oil reúne outras dez empresas do setor de óleo e gás: BW Energy, CNOOC, Equinor, ExxonMobil, Galp, PetroChina, Petronas, Prio, Shell e TotalEnergies.
Ainda de acordo com a Vast, o atendimento simultâneo reflete o ganho de eficiência no escoamento da área de Exploração e Produção (E&P) e marca uma nova etapa na parceria entre as duas companhias, iniciada em 2019.
Recentemente, a Vast e a Petrobras assinaram um contrato de longo prazo no formato take-or-pay. “Essa modalidade estabelece compromissos mínimos de utilização da infraestrutura do terminal, garantindo maior previsibilidade operacional e reserva de capacidade”, disse a Vast em nota.
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