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Valsa parece estar descompassada entre Brasília e a Faria Lima, que esta semana está em peso em Nova York. Saiba mais.
13 de maio de 2026
Por Caroline Aragaki
A menos de cinco meses do primeiro turno das eleições, foi notória a baixa participação de políticos nos painéis deste ano da Brazil Week, que acontece no coração financeiro dos Estados Unidos. Apelidada pelos integrantes da Faria Lima como Davos brasileira, tradicionalmente contou com a participação dessa classe para a qual ver e ser visto é de suma importância.
“Assustou a menor presença de políticos, tanto na plateia quanto na agenda. Foi a menor em ao menos cinco anos”, disse um interlocutor do mercado financeiro que participa dos eventos em Nova York.
O apetite entre fundos estrangeiros pelo País tem ganhado força -com o petróleo nas alturas e maior diversificação de recursos fora dos EUA -, mas a trava para mais aportes vem justamente da incerteza quanto ao pleito que definirá o novo habitante do Palácio do Alvorada.
Neste ano, os presidenciáveis parecem não ter dado prioridade para recitar suas propostas para a Faria Lima, muito menos para Wall Street. O mercado financeiro já tem sentido uma distância maior dos políticos recentemente.
Os engravatados, por ora, têm engolido a seco. Até mesmo Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência do PL e, de certa maneira, o preferido da oposição, ainda não debulhou seu raciocínio econômico ou político com clareza. A desconfiança que rondava o nome de Bolsonaro pai em 2018 também permeia o do filho 01, mas com uma diferença clara: “sem um Paulo Guedes, que segurava a confiança do eleitorado”, diz uma fonte.
Nem mesmo o painel do Itaú BBA, que costuma ser um foco dos mercados financeiros, angariou os principais candidatos à Presidência. Foi mais pautado em equities e empresas, nota a fonte. E, se havia por ali algum assessor econômico de programa de governo de algum presidenciável, para o bem ou para o mal, não foi notado.
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