Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
16 de outubro de 2026, às 16:50
Por Maria Magnabosco, especial para a Broadcast
Florianópolis, 16/10/2026 – O senador e governador eleito do Paraná, Sergio Moro (PL), justificou nesta quinta-feira, 15, sua ausência na votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que o período eleitoral não é o momento adequado para discutir a redução da jornada de trabalho.
“Sempre defendi que um tema tão sensível como a alteração da jornada de trabalho, com impactos diretos sobre trabalhadores, empresas e a economia, fosse discutido com amplitude, profundidade e diálogo”, escreveu Moro.
O governador eleito não registrou voto em nenhum dos dois turnos da votação realizada na quarta-feira, 14, no Senado. Além dele, os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Márcio Bittar (PL-AC) também não participaram das votações.
A PEC foi aprovada com 75 votos favoráveis e apenas um contrário, do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). O texto prevê o fim da escala 6×1, com redução gradual da jornada semanal de 44 para 40 horas, dois dias de descanso remunerado e manutenção dos salários.
Na última sexta-feira, 9, Moro já havia manifestado posição contrária à proposta. Em entrevista à rádio CBN, defendeu maior flexibilidade no mercado de trabalho e afirmou que “todo mundo é favorável que o trabalhador ganhe mais e trabalhe menos, mas não tem almoço grátis”.
A redução da jornada de trabalho é uma das principais bandeiras da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), marcado para 25 de outubro.
Veja também