Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Soluções de Tecnologia
Broadcast Recebíveis
O sistema operacional para o Ecossistema de FIDCs
Broadcast Radar
Monitoramento inteligente de notícias e conteúdos
Broadcast Fundos
A melhor plataforma para analisar fundos de investimento no Brasil
IA
Em breve
BroadFast
Em breve
Gestão de Investimentos
Em breve
Tokenização de ativos
Em breve
Crédito
Em breve
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
3 de novembro de 2026, às 14:25
O Ministério de Minas e Energia (MME) informou nesta terça-feira, 3, a projeção de aumento de cerca de 10% na capacidade nacional de refino de petróleo entre 2026 e 2036, com crescimento das exportações brasileiras e redução da dependência externa de alguns derivados. O dado foi divulgado conjuntamente com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), no Caderno de Refino e Infraestrutura de Abastecimento do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2036.
Foi projetado que a produção nacional de petróleo deverá alcançar aproximadamente 4,9 milhões de barris por dia em 2036. Mais da metade desse volume deverá ser exportada.
O estudo vê moderação dos preços do petróleo Brent, condicionada à normalização da oferta.
“Restrições físico-logísticas e baixos investimentos podem pressionar as cotações para cima, enquanto uma eventual sobreoferta e a aceleração da substituição tecnológica podem contribuir para sua redução”, diz o diagnóstico.
A capacidade nacional de refino deverá passar de aproximadamente 2,3 milhões para 2,5 milhões de barris por dia entre 2026 e 2036. Essa expansão prevista considera diferentes investimentos no setor, incluindo o segundo trem da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), a integração operacional do Complexo Boaventura e ampliações e modernizações de unidades existentes.
Mesmo com a expansão da capacidade de refino, o Brasil deverá manter a condição de importador líquido de derivados de petróleo durante todo o horizonte decenal. A demanda nacional de óleo diesel A deverá crescer 19% entre 2026 e 2036, enquanto a produção doméstica aumentará 13%. Em função disso, o País continuará dependente de importações para complementar a oferta nacional.
Veja também