Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Soluções de Tecnologia
Broadcast Recebíveis
O sistema operacional para o Ecossistema de FIDCs
Broadcast Radar
Monitoramento inteligente de notícias e conteúdos
Broadcast Fundos
A melhor plataforma para analisar fundos de investimento no Brasil
IA
Em breve
BroadFast
Em breve
Gestão de Investimentos
Em breve
Tokenização de ativos
Em breve
Crédito
Em breve
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
27 de outubro de 2026, às 21:18
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou nesta terça-feira, 27, o orçamento anual da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de 2026 em R$ 52,66 bilhões. A proposta orçamentária havia sido colocada em consulta pública. O valor é 7% superior ao montante de R$ 49,227 bilhões para a CDE de 2025.
Dos R$ 52,66 bilhões, está o montante das quotas anuais da CDE-Uso de 2026, no valor total de R$ 47,793 bilhões. Essa parcela é paga pelos consumidores através da tarifa de energia elétrica, sendo 15,4% superior à CDE-Uso de 2025.
A área técnica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) calculou em R$ 55,1 bilhões as despesas brutas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) em 2027, no primeiro ano de vigência do “teto” sancionado pelo governo federal em 2025.
Após a aplicação do limite e ajustes financeiros previstos, a proposta apresentada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) para 2027 é de R$ 47,842 bilhões – valor custeado pelos consumidores nas tarifas de uso dos sistemas de transmissão e distribuição de energia elétrica.
O montante representa crescimento de aproximadamente 0,10%, ou R$ 49 milhões, em relação ao montante de R$ 47,793 bilhões considerados para 2026. Os técnicos falam em “relativa estabilidade”. Os valores acima do teto serão pagos pelos beneficiários dos subsídios, aqueles responsáveis pela ultrapassagem do limitador.
Veja também