Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Soluções de Tecnologia
Broadcast Recebíveis
O sistema operacional para o Ecossistema de FIDCs
Broadcast Radar
Monitoramento inteligente de notícias e conteúdos
Broadcast Fundos
A melhor plataforma para analisar fundos de investimento no Brasil
IA
Em breve
BroadFast
Em breve
Gestão de Investimentos
Em breve
Tokenização de ativos
Em breve
Crédito
Em breve
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
29 de outubro de 2026, às 15:10
Por Gabriel Gonçalves, especial para a Broadcast
São Paulo, 29/10/2026 – O influenciador Paulo Figueiredo atribuiu nesta quinta-feira, 29, ao uso do ChatGPT os erros nas versões iniciais da carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) na quarta-feira, 28. O documento circulou com um brasão antigo da República brasileira e um trecho em que o candidato derrotado se apresentava como o “verdadeiro presidente eleito” do Brasil, expressão posteriormente substituída por uma referência à sua liderança política.
A carta, divulgada inicialmente por aliados do senador e depois publicada pelo próprio Flávio nas redes sociais, contesta o resultado da eleição presidencial vencida por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre as alterações feitas no documento, estão a substituição do brasão com a inscrição “Estados Unidos do Brazil” pelo símbolo atual da República e a retirada da expressão “verdadeiro presidente eleito”.
Em publicação no X, Figueiredo afirmou que Eduardo Bolsonaro pediu à inteligência artificial que inserisse o brasão da República no documento. “Por que o ChatGPT escolheu um brasão antigo da época em que Brasil se escrevia com Z, eu não sei. Mas nós achamos muito engraçado”, escreveu.
Segundo ele, a ferramenta também incluiu uma versão anterior do texto quando o documento foi gerado. Figueiredo afirmou que a carta passou por diversas revisões e contou com a contribuição de mais de uma pessoa.
Na segunda versão divulgada, a mudança de “presidente eleito” para “verdadeiro líder”, explicou, ocorreu porque a segunda expressão descreveria com mais precisão a situação jurídica de Flávio e reforçaria sua liderança política. “A liderança não se exerce com a caneta, e sim com o exemplo”, declarou.
Figueiredo disse que recebeu autorização para divulgar a versão considerada final, mas que os erros foram identificados posteriormente. Após as correções, a decisão foi deixar que o próprio Flávio publicasse o documento revisado.
“Pouco depois percebemos os equívocos e corrigimos: primeiro o brasão, depois o texto. Para evitar conflito de versões, deixamos inclusive que o próprio Flávio tuitasse a versão corrigida. Nada demais”, afirmou.
Ao final da publicação, Figueiredo reiterou a contestação do resultado eleitoral atribuída a Flávio. “Estas eleições foram ilegítimas, ele não reconhece o resultado e continuará lutando para restaurar a democracia no Brasil. O resto é fetiche da imprensa”, escreveu.
Contato: gabriel.goncalves@estadao.com
Veja também