Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
7 de outubro de 2026, às 14:17
Por Isabella Pugliese Vellani*
São Paulo, 07/10/2026 – O cobre fechou em alta nesta quarta-feira, estendendo os ganhos pela quarta sessão consecutiva, enquanto os investidores seguem preocupados com uma possível escassez de oferta da commodity diante da produção mais fraca nas minas sul-americanas. O mercado também aguarda a publicação da ata da reunião de política monetária de setembro do Federal Reserve (Fed).
Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para dezembro encerrou estável, a US$ 6,6495 a libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses subia 0,21%, a US$ 14.465,50, por volta das 14h (de Brasília).
Em análise, o ANZ Research destaca que os preços do cobre são sustentados pela produção mais fraca das minas sul-americanas, pela proibição de exportação da República Democrática do Congo e pelas perturbações ligadas ao El Niño, que restringiram a disponibilidade de concentrado, mantendo as taxas de tratamento e refino sob pressão.
Ainda de acordo com o ANZ, margens reduzidas nas fundições também estão pesando sobre a produção de cobre refinado, particularmente na China, enquanto as negociações salariais na mina chilena de Escondida representam outro risco para o abastecimento. “Embora os estoques globais de cobre estejam em máximas de vários anos, quase 70% estão concentrados nos EUA, restringindo a disponibilidade em outros mercados”, alerta o ANZ.
No lado da demanda, o banco diz que “permanece resiliente”, sustentada por investimentos em redes elétricas, inteligência artificial (IA), centros de dados, veículos elétricos e infraestrutura de novas energias. Com o mercado apresentando um déficit de oferta de cerca de 1% da demanda anual, os analistas esperam que os preços encontrem suporte próximo a US$ 13.500 por tonelada, com potencial de alta para US$ 15.000 por tonelada.
Entre outros metais negociados na LME, no horário citado, o alumínio tinha queda de 0,95%, a US$ 3.121,00 a tonelada. O chumbo avançava 1,18%, a US$ 1.894,00 a tonelada. O níquel caía 0,25%, a US$ 15.705,00 a tonelada. O estanho ganhava 0,44%, a US$ 54.375,00. O zinco tinha queda de 0,26%, a US$ 3.765,00 a tonelada.
Contato: isabella.vellani@estadao.com
*Com informações da Dow Jones Newswires
Veja também