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14 de setembro de 2026
Por Marianna Gualter
Brasília, 14/09/2026 – A mediana do relatório Focus para o déficit primário do setor público consolidado em 2026 passou de 0,50% do Produto Interno Bruto (PIB) para 0,45% do PIB, após 29 semanas de estabilidade. A meta fiscal deste ano é de um superávit primário de 0,25% do PIB nas contas do governo central, com tolerância de 0,25 ponto porcentual para mais ou para menos.
A estimativa intermediária para 2027 seguiu em 0,40% do PIB nas contas do setor público pela 25ª semana consecutiva. A meta do ano que vem vai ser de um superávit primário de 0,50% do PIB no governo central. A tolerância também é de 0,25 ponto para mais ou para menos.
As projeções fiscais do Focus costumam indicar déficits maiores do que a meta do governo por duas razões. Elas se referem ao setor público consolidado (governo central, Estados, municípios e empresas estatais, exceto Petrobras e Eletrobras), enquanto o alvo vale apenas para o governo central. Além disso, vários gastos não são contabilizados na meta fiscal, como o pagamento de precatórios e algumas despesas com a área de defesa.
Nominal
A estimativa intermediária para o déficit nominal de 2026 passou de 8,79% do PIB para 8,81% A mediana para o rombo nominal de 2027 continuou em 8,50% do PIB. Há um mês, eram de 8,79% e 8,30%, respectivamente.
O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. O resultado nominal reflete o saldo após o gasto com juros e outras despesas financeiras.
A mediana para a dívida líquida do setor público (DLSP) como proporção do PIB em 2026 subiu de 69,90% para 70,00%. A estimativa intermediária para 2027 seguiu em 73,70% do PIB. Um mês antes, eram de 69,90% e 73,40%, respectivamente.
Contato: marianna.gualter@broadcast.com.br
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast.
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