Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
10 de setembro de 2026
São Paulo, 10/09/2026 – A Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC) divulgou comunicado no qual pede revisão das mudanças feitas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) nas bolsas de formação e internacionalização de pesquisadores.
Segundo a APqC, desde 1º de setembro, foram retirados do fluxo contínuo da Bolsa Estágio de Pesquisa no Exterior (Bepe) estudantes de Iniciação Científica e Mestrado. Também foi reduzida de 12 para 6 meses a duração inicial das bolsas para Doutorado, Doutorado Direto e pós-doutorado. “Restringir oportunidades de formação e intercâmbio científico representa limitar o engajamento científico de jovens pesquisadores. A experiência internacional permite acesso a novas metodologias, tecnologias, laboratórios e redes de pesquisa, conhecimento que retorna ao Estado e fortalece a ciência brasileira”, afirmou a APqC na nota.
A entidade destaca que a Fapesp tem importância estratégica para os 16 institutos públicos de pesquisa paulistas, que atuam em áreas como meio ambiente, saúde e agricultura. Além da produção científica, essas instituições participam da formação de novos pesquisadores por meio de atividades de Iniciação Científica e Pós-Graduação.
A APqC alerta que restringir oportunidades de formação de novos cientistas pode “ampliar desigualdades” no acesso à formação internacional.
“A APqC também alerta que restringir bolsas para formação no exterior pode ampliar desigualdades, tornando a internacionalização mais acessível a quem possui recursos próprios. Produzir ciência e formar pesquisadores é investimento estratégico. Um Estado e um país que pretendem ser grandes precisam produzir conhecimento, desenvolver suas próprias tecnologias e formar seus cientistas. Ciência é desenvolvimento e soberania”, afirmou a entidade.
(Equipe AE)
Veja também