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9 de setembro de 2026
Por Beth Moreira
São Paulo, 09/09/2026 – O Grupo Casas Bahia reiterou que constituiu em março de 2026 um Comitê Independente de Investigação após tomar conhecimento, pela imprensa, da existência de investigações em curso conduzidas pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e de uma medida cautelar relacionada ao tema, depois que o nome da companhia foi mencionado em matérias jornalísticas. Segundo a empresa, os trabalhos ainda não foram concluídos.
Em resposta a questionamento da B3 sobre reportagem publicada no jornal Valor Econômico sobre o tema, a empresa destaca que, apesar dessas menções na imprensa, não recebeu “intimação, requisição, comunicação oficial ou qualquer outra forma de cientificação” por parte de autoridades públicas competentes.
A reportagem menciona nova fase da Operação Ícaro, que investiga a suposta liberação ilegal de créditos tributários no âmbito da Secretaria da Fazenda do Estado, e cita a Casas Bahia entre as redes mencionadas na apuração. A reportagem também faz referência a supostos pagamentos de propina e a apurações envolvendo créditos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em regime de substituição tributária (ICMS-ST).
O Grupo Casas Bahia também afirmou que, até o momento, “não foram reportadas conclusões ou achados definitivos” pelo comitê ou por assessores externos que indiquem envolvimento da empresa ou de seus administradores nas condutas mencionadas na notícia ou em outros fatos relacionados ao mesmo tema.
No comunicado, a companhia declarou que “repudia veementemente qualquer pagamento de vantagem indevida a autoridades públicas” e disse manter políticas de compliance e treinamentos periódicos a colaboradores. A empresa acrescentou que, ao fim da apuração interna, divulgará ao mercado as informações pertinentes, conforme a legislação e a regulamentação aplicáveis.
Contato: beth.moreira@estadao.com
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
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