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5 de agosto de 2026
Por Talita Nascimento
São Paulo, 05/08/2026 -A Klabin apresentou volume total de vendas de 1,018 milhão de toneladas, com alta de 1% frente ao visto um ano antes, o que reflete, na visão da companhia, a estabilidade operacional dos negócios.
O volume total de produção líquida de celulose e papéis foi de 1,120 milhão de toneladas no período, um crescimento de 14 mil toneladas em comparação com o mesmo período de 2025.
No segmento de celulose, a companhia informa que volume comercializado totalizou 386 mil toneladas, praticamente em linha com o mesmo período do ano anterior. “Cabe destacar que os preços de fibra longa/fluff mantiveram sua trajetória ascendente no trimestre, diante da demanda consistente, em especial em fluff, por produtos destinados aos segmentos de higiene pessoal, cuidado infantil e adultos”, pontuou a administração da Klabin.
O Ebitda do segmento totalizou R$ 704 milhões, ante R$ 864 milhões no trimestre correspondente de 2025, impactado principalmente pelo efeito cambial e aumento dos custos de produção.
No negócio de papéis, o volume comercializado foi de 359 mil toneladas, crescimento de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior, resultado da performance do segmento de papel-cartão que apresentou crescimento de 7% no volume de vendas e de 5% na receita líquida, na comparação com o segundo trimestre de 2025.
No negócio de embalagens, o volume comercializado foi de 273 mil toneladas, em linha com o mesmo período do ano anterior, o que, na visão da Klabin, se relaciona com a base elevada de comparação do segundo trimestre de 2025. A receita líquida do segmento apresentou crescimento de 3%, reflexo principalmente dos aumentos de preços realizados em papelão ondulado.
O custo caixa total por tonelada, incluindo os efeitos das paradas gerais de manutenção, foi de R$ 3.204 por tonelada no segundo trimestre de 2026, em linha com igual período do ano anterior, com destaque para as iniciativas de redução de custo variável capturadas no trimestre.
“Essas ações compensaram parcialmente o aumento de custos diante da pressão em insumos e fretes advindos dos conflitos geopolíticos em curso e das iniciativas adotadas de forma antecipada para preparação frente aos potenciais impactos do fenômeno El Niño no segundo semestre”, afirma a companhia.
Contato: talita.ferrari@estadao.com
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