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Produção da Petrobras cresce 14,4% no segundo trimestre de 2026, para 3,308 mi boed

28 de julho de 2026

A Petrobras fechou o segundo trimestre do ano com produção média de 3,308 milhões de barris diários (boed) de óleo equivalente (petróleo e gás natural). O resultado foi 14,4% maior na comparação com igual período de 2025. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, a produção avançou 3,5%.

A produção comercial de óleo e gás foi de 2,927 milhões de boed entre abril e junho, avanço de 14,3% em um ano, e crescimento de 3,4% contra a média dos três meses imediatamente anteriores.

A produção de petróleo foi de 2,689 milhões de barris por dia (bpd) no segundo trimestre deste ano, que cresce 15,2% em relação ao segundo trimestre de 2025. Já em relação ao trimestre anterior, a produção sobe 4,1%.

Esse foi o primeiro trimestre integralmente impactado pela guerra entre Estados Unidos e Irã e pela redução e restrição do tráfego de embarcações no Estreito de Ormuz. Antes da guerra, a rota servia de canal para cerca de um quinto do petróleo e do gás natural comercializados no mundo.

Em nota, a diretora de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Angélica Laureano, destacou que cenário tornou “ainda mais relevantes” a eficiência operacional e a integração de ativos.

“O maior aproveitamento da nossa produção de derivados e menor necessidade de importações. Com planejamento e gestão eficiente de estoques, a produção própria de diesel foi suficiente para sustentar os compromissos da Companhia ao longo do período”, comentou.

A produção de gás natural totalizou 619 mil boed, alta de 10,7% na comparação anual e avanço 1% em relação ao trimestre imediatamente anterior. No pré-sal, foram extraídos, em média, 2,299 milhões de bpd de abril a junho, 15,8% a mais ante o segundo trimestre de 2025 e avançam 5,0% contra o trimestre imediatamente anterior.

Ainda no comunicado, a diretora de Exploração e Produção da estatal, Sylvia Anjos, ressaltou que o período foi marcado pela entrada em operação da P79, oitava unidade no campo de Búzios, reforçando a “relevância estratégica desse ativo para o Brasil”.

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