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A Primefy, fintech brasileira de pagamentos internacionais, teve seu controle societário transferido para um fundo de investimento internacional regulado, com atuação no mercado
11 de dezembro de 2025
“Em seis anos, construímos uma tese consistente: pagamentos internacionais com a mesma simplicidade de uma compra local. Ver essa tese reconhecida por um player global é um fechamento de ciclo sólido e coerente com tudo o que fizemos“, afirma Pablo Airton Klein Salazar.
A operação contou com assessoria jurídica de Pinheiro Neto Advogados, Souza Gonçalves Advocacia e apoio paralegal do grupo Mourão Campos, responsáveis pela estruturação societária e formal da transação, garantindo continuidade operacional sem impacto para clientes.
“Pinheiro Neto, Souza Gonçalves e Mourão Campos foram fundamentais para transformar um processo potencialmente complexo em algo previsível e bem estruturado. Isso nos permitiu focar na transição de produto, clientes e parceiros, sabendo que a parte jurídica estava em mãos muito sólidas“, destaca Pablo Airton Klein Salazar.
Fundada em 2019 como Preme Pay, a empresa nasceu para simplificar pagamentos entre Brasil e exterior e evoluiu para Primefy à medida que ampliou seu escopo: de um gateway para uma plataforma de soluções financeiras globais, sempre com foco em reduzir fricção e ansiedade em pagamentos cross-border.
Um dos pilares da Primefy foi tratar o Pix como infraestrutura para uma experiência internacional, com foco no brasileiro que vive, viaja ou consome fora do país. Nesse modelo, o usuário paga em reais via Pix, o estabelecimento no exterior recebe na moeda local e a conversão é instantânea e transparente, tese especialmente relevante no corredor Brasil-Portugal.
Em um ambiente de forte competição, como Ebanx, dLocal e PagBrasil, a Primefy escolheu uma rota mais cirúrgica: foco em UX e produto. O fundo passa a incorporar uma infraestrutura já testada em um dos mercados mais avançados em pagamentos digitais.
Ao longo da trajetória, a Primefy contou com apoio do Department for Business & Trade, do governo britânico, reforçando sua credibilidade junto a bancos e parceiros globais.
Com a conclusão da transação, Pablo Klein encerra sua participação na empresa. A tecnologia e a base construída passam a integrar a estratégia do novo controlador, em um movimento que reforça que fintechs brasileiras podem gerar tecnologia relevante sem narrativas infladas, tendo o Pix como base para modelos internacionais.
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FONTE Primefy
Tópicos Relacionados: Aquisições, Fusões, Incorporações, Serviços Bancários/Financeiros
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