Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
23 de julho de 2026
São Paulo, 23/07/2026 – O presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang, avalia que o preço pago atualmente pelo leite permite que os produtores recuperem parte da rentabilidade perdida nos últimos anos, ainda que de forma limitada. “A grande maioria dos produtores está recebendo em torno de R$ 2,50 e R$ 2,70 (o litro). O custo de produção está em torno de R$ 2,20 a R$ 2,30 por litro de leite. Agora está tendo uma pequena margem, enquanto nós viemos muito tempo sem margem”, afirma Tang em nota.
Conforme a Gadolando, o momento é refletido nos indicadores do Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Rio Grande do Sul (Conseleite/RS), que projetou para junho um valor de referência de R$ 2,4281 por litro. O índice serve como parâmetro para as negociações entre produtores e indústrias, mas os valores efetivamente pagos variam conforme qualidade do leite, volume entregue e bonificações oferecidas pelos laticínios, explica a entidade.
Para Tang, apesar da melhora na remuneração, o valor recebido ainda não proporciona o retorno necessário para dar segurança à atividade no longo prazo. Segundo ele, um preço próximo de R$ 2,80 por litro representaria uma remuneração mais compatível com a realidade da produção, sem comprometer o consumo.
Tang observa que o diálogo entre produtores e indústrias evoluiu nos últimos anos, mas o debate ainda precisa envolver um terceiro elo da cadeia. Para o presidente da Gadolando, ampliar a participação do varejo nas discussões contribuiria para reduzir os impactos das oscilações do mercado sobre quem produz. “No Conseleite, a indústria e o produtor conseguem sentar juntos e debater, mas sentimos falta de discutir também com o varejo para amenizar os efeitos das crises, para todo mundo poder trabalhar junto e manter a cadeia”, afirma no comunicado. (Equipe AE)
Veja também