Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Broadcast Quant
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
3 de julho de 2026
O mercado segurador arrecadou quase R$ 140 bilhões em prêmios de seguros, contribuições de previdência aberta e faturamento com títulos de capitalização entre janeiro e abril, de acordo com levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg). O dado, que exclui o segmento de saúde complementar, representa uma queda de 0,8% ante igual período de 2025.
No segmento de danos e responsabilidades, as receitas atingiram R$ 47,4 bilhões no quadrimestre, um crescimento de 4,6% no comparativo anual, segundo a CNSeg. Entre os principais destaques, o seguro garantia cresceu 27,2% no período, a R$ 2,4 bilhões, enquanto o de automóvel avançou 6,6%, a R$ 20,3 bilhões.
Já no seguro de pessoas, a arrecadação somou R$ 27,3 bilhões no acumulado dos quatro primeiros meses do ano, uma expansão anual de 8,9%, segundo o relatório. O seguro vida, em particular, superou R$ 13 bilhões em prêmios, alta de 10,6%.
Na previdência aberta, as contribuições registraram queda de 8,4% em base anual, a R$ 53,3 bilhões, conforme a CNSeg. O segmento tem sido duramente penalizado pelas regras mais restritivas de IOF, que este ano passou a incidir sobre aportes anuais superiores a R$ 600 mil em planos VGBL.
Em indenizações, benefícios, resgates e sorteios a consumidores e empresas, o mercado mobilizou quase R$ 85 bilhões, uma queda de 4,6% em 12 meses. “Os resultados indicam que, mesmo diante de um ambiente macroeconômico menos favorável, o mercado segurador mantém capacidade de geração de receitas e continua desempenhando papel relevante na proteção financeira de famílias, empresas e atividades econômicas”, afirmou o presidente da CNSeg, Dyogo Oliveira.
Veja também