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29 de maio de 2026
Por Marianna Gualter e Mateus Maia
Brasília, 29/05/2026 – A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) aumentou de 80% (ajustado de 80,1%) em março para 80,4% em abril, informou o Banco Central. Em valores nominais, passou de R$ 10,356 trilhões para R$ 10,443 trilhões.
O pico da série foi em dezembro de 2020 (87,6%), devido às medidas fiscais do início da pandemia de covid-19. No nível mais baixo, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB.
Pelo conceito do Fundo Monetário Internacional (FMI), a DBGG subiu de 92,0% do PIB em março para 93,1% no mês passado, uma alta de 1,1 ponto porcentual.
A DBGG – que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o BC e as empresas estatais – é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil.
A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) – que leva em conta as reservas internacionais do Brasil – aumentou de 66,8% do PIB em março para 67,4% em abril. Em reais, atingiu R$ 8,752 trilhões.
Contato: marianna.gualter@broadcast.com.br e mateus.maia@broadcast.com.br
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