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25 de junho de 2026
Por Mateus Maia
Brasília, 25/06/2026 – O Ministério da Fazenda anunciou nesta quinta-feira que os Estados do Espírito Santo, Pará e Pernambuco tiveram as maiores altas das receitas correntes no segundo bimestre de 2026. Rio de Janeiro (1%) e Paraná (1%) tiveram os menores índices de crescimento desse indicador no período.
Do lado das despesas correntes, Paraíba (24%), Mato Grosso do Sul (19%) e Tocantins (19%) tiveram os maiores crescimentos das suas despesas correntes no período. Já Goiás reduziu sua despesa corrente em um ponto porcentual comparado com mesmo período do ano passado, tendo o melhor desempenho nesse indicador entre os 26 estados mais Distrito Federal.
Na comparação entre os bimestres, 19 dos 27 estados apresentaram um crescimento das receitas menor do que das despesas.
Outro grupo importante de gastos dos entes subnacionais são as despesas de investimentos, com os estados do Maranhão (13%) e do Piauí (13%) sendo os que mais investiram proporcional a sua Receita Total.
Os dois estados estão na faixa dos estados que menos comprometem a sua receita total com gastos de pessoal, Piauí com 39% e Maranhão com 41%. Pernambuco com 38%, Amapá com 39% e Espírito Santo com 40% completam os 5 estados com os menores porcentuais nesse indicador.
Por outro lado, Rondônia (0%), Distrito Federal (1%), Rio Grande do Sul (1%) e Roraima (1%) tiveram os menores porcentuais de suas receitas totais aplicadas em investimentos.
Segundo a Pasta, isso demonstra que a capacidade do estado investir está relacionada com a capacidade de acumular poupança (receitas maiores que as despesas).
Na função Educação, os maiores porcentuais de gasto em relação ao total foram registrados no Paraná (23%) e Acre (23%). Por outro lado, o estado do Rio de Janeiro, com 9%, apresentou o menor índice desse tipo de despesa.
Quando consideradas as despesas com Saúde, os maiores valores foram verificados nos estados do Tocantins (23%) e do Pernambuco (22%). Já o estado do Mato Grosso do Sul foi o que teve o menor gasto com 8%.
Em Segurança Pública, Minas Gerais (22%) e Alagoas (17%) destacaram-se com as maiores alocações. Em contraste, Distrito Federal (4%) e São Paulo (5%) apresentaram os menores porcentuais de despesas liquidadas na função.
Contato: mateus.maia@broadcast.com.br
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