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22 de junho de 2026
Por Marianna Gualter
Brasília, 22/06/2026 – A mediana do relatório Focus para o déficit primário do setor público consolidado em 2026 permaneceu em 0,50% do Produto Interno Bruto (PIB) pela 18ª semana consecutiva. A meta fiscal deste ano é de um superávit primário de 0,25% do PIB nas contas do governo central, com tolerância de 0,25 ponto porcentual para mais ou para menos.
A estimativa intermediária para 2027 continuou indicando um déficit primário de 0,40% do PIB nas contas do setor público pela 13ª semana seguida. A meta do ano que vem vai ser de um superávit primário de 0,50% do PIB no governo central. A tolerância também é de 0,25 ponto para mais ou para menos.
As projeções fiscais do Focus costumam indicar déficits maiores do que a meta do governo por duas razões. Elas se referem ao setor público consolidado (governo central, Estados, municípios e empresas estatais, exceto Petrobras e Eletrobras), enquanto o alvo vale apenas para o governo central. Além disso, vários gastos não são contabilizados na meta fiscal, como o pagamento de precatórios e algumas despesas com a área de defesa.
Nominal
A estimativa intermediária para o déficit nominal de 2026 seguiu em 8,60% do PIB. A mediana para o rombo nominal de 2027 aumentou de 8,03% para 8,07%. Há um mês, eram de 8,50% e 8,00%, respectivamente.
O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. O resultado nominal reflete o saldo após o gasto com juros e outras despesas financeiras.
A mediana para a dívida líquida do setor público (DLSP) como proporção do PIB em 2026 permaneceu em 69,80%. A estimativa intermediária para 2027 oscilou de 73,49% para 73,40% do PIB. Um mês antes, eram de 69,83% e 73,48%, respectivamente.
Contato: marianna.gualter@broadcast.com.br
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast.P
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