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26 de março de 2026
Por Cícero Cotrim e Marianna Gualter
Brasília – O Banco Central aumentou a sua estimativa da probabilidade de a inflação ficar acima do teto da meta (4,50%) de 23% para 30% em 2026. A informação foi divulgada no Relatório de Política Monetária (RPM) publicado nesta quinta-feira. A probabilidade de o IPCA ficar abaixo do piso, de 1,50%, caiu de 7% para 2%.
A partir de 2025, a meta de inflação passou a ser contínua, apurada com base no IPCA acumulado em 12 meses. Se o índice ficar acima ou abaixo do intervalo de tolerância por seis meses consecutivos, considera-se que o BC perdeu o alvo. O centro da meta continua em 3%, com uma margem de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos.
O alvo foi descumprido pela primeira vez em julho do ano passado, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA fechou junho com alta de 5,35% em 12 meses – acima do teto da meta, de 4,50%, pelo sexto mês consecutivo.
A chance de a inflação de 2027 superar o teto da meta foi revista de 16% para 19%, enquanto a probabilidade de ficar abaixo do piso passou de 12% para 10%. O BC também divulgou, pela primeira vez, as probabilidades para 2028: de 17%, no caso de estouro do teto, e de 11%, no caso do piso.
Contato: cicero.cotrim@broadcast.com.br e marianna.gualter@broadcast.com.br
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