Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Broadcast Quant
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
A menopausa marca o fim dos ciclos menstruais e está associada à redução progressiva da produção hormonal ovariana. Embora ondas de calor e suores noturnos estejam entre as manifestações mais conhecidas, essa transição também pode repercutir sobre o sono, a saúde geniturinária, a sexualidade, a massa óssea e a qualidade […]
28 de abril de 2026

A menopausa marca o fim dos ciclos menstruais e está associada à redução progressiva da produção hormonal ovariana. Embora ondas de calor e suores noturnos estejam entre as manifestações mais conhecidas, essa transição também pode repercutir sobre o sono, a saúde geniturinária, a sexualidade, a massa óssea e a qualidade de vida.
Nesse contexto, diretrizes e documentos de referência publicados nos últimos anos apontam que a terapia hormonal permanece como o tratamento mais eficaz para os sintomas vasomotores, para a síndrome geniturinária da menopausa e também para evitar um corpo sarcopênico, ou seja, com perda de massa muscular. Quando bem indicada, ela pode integrar a estratégia de prevenção da perda óssea e da redução do risco de fraturas em mulheres selecionadas.
A indicação, porém, não deve ser tratada de forma padronizada. Sociedades médicas destacam que a decisão terapêutica precisa considerar fatores como idade, tempo desde a menopausa, dose, via de administração, necessidade de progestagênio e histórico clínico, com reavaliações periódicas ao longo do acompanhamento. Em geral, para mulheres com menos de 60 anos ou dentro de 10 anos desde o início da menopausa, e sem contraindicações, a relação entre benefícios e riscos tende a ser mais favorável.
Segundo o médico Gustavo Darezzo, que atua no Instituto Verona, na Barra da Tijuca, a discussão sobre terapia hormonal não deve ficar restrita apenas ao alívio dos sintomas mais conhecidos. ?Quando existe indicação adequada, a terapia hormonal pode fazer parte de uma abordagem clínica voltada não só ao controle dos sintomas, mas também à preservação da saúde óssea e da funcionalidade, com impacto relevante na qualidade de vida da mulher ao longo do envelhecimento e tratamento da sarcopenia, que é a perda de massa magra?, afirma.
Na prática, é recomendado que a abordagem da menopausa vá além da ideia de que essa fase se resume a desconfortos passageiros ou a uma perda inevitável de vitalidade. A tendência atual é tratar o tema com base em evidências, análise individual de riscos e benefícios e acompanhamento contínuo, respeitando as necessidades de cada mulher.
Website: http://www.drgustavodarezzo.com.br
Imagem publicada: Mulher com menopausa e feliz – Mulher com menopausa e feliz (Freepik)
Veja também