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18 de maio de 2026
Por Elisa Calmon
São Paulo, 18/05/2026 – A Copasa afirmou nesta segunda-feira, 18, que a eventual oferta subsequente de ações (follow-on) no âmbito da privatização da companhia ainda depende de alguns fatores, mesmo após o aval do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) para o avanço do processo.
Em fato relevante, a companhia destacou que a efetiva realização da operação envolve “a obtenção das aprovações aplicáveis (inclusive societárias e de credores), as condições macroeconômicas e de mercado, a celebração dos contratos definitivos e o cumprimento dos procedimentos previstos na regulamentação vigente”.
Mais cedo, o TCE-MG autorizou o prosseguimento da potencial oferta pública subsequente de ações da companhia. No entanto, determinou que o processo siga sob fiscalização do órgão e sujeito ao cumprimento de condicionantes.
Em 16 de abril, o Tribunal havia liberado apenas as etapas iniciais do processo, sem autorizar a venda de ações na bolsa. Enquanto aguardava o aval final do TCE-MG, o governo mineiro abriu o processo de credenciamento de interessados em atuar como investidor estratégico da operação.
Segundo fontes, a Aegea e a Sabesp participaram da etapa de credenciamento. Apesar de obrigatório, o procedimento não vincula os participantes à apresentação de oferta firme para aquisição de até 30% da companhia. O mercado estima que a operação possa movimentar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões.
Contato: elisa.ferreira@estadao.com
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