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14 de maio de 2026
Por Aguirre Talento, do Estadão
Brasília, 14/05/2026 – Além de prender o empresário Henrique Vorcaro nesta sexta fase da Operação Compliance Zero, a Polícia Federal também mira um grupo de três hackers que seria responsável pela prestação de serviços ilícitos ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A PF cumpre busca e apreensão contra os quatro, sob autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.
A investigação identificou o grupo de hackers a partir das provas colhidas com o “sicário” Luiz Phillipe Mourão, preso na terceira fase da operação e que cometeu suicídio na carceragem da PF.
De acordo com a PF, Mourão encomendava os serviços de ataques virtuais por meio de David Henrique Alves, que seria o líder do grupo de hackers. Sob o comando dele, também atuavam outras duas pessoas: Rodrigo Pimenta e Victor Lima. Mourão pagava R$ 35 mil mensais pelo serviço, a uma empresa de informática de David. As defesas deles ainda não foram localizadas para se manifestar.
A PF diz que David atuava na “coordenação de ataques cibernéticos, monitoramento telemático e derrubada de perfis”.
Depois que Mourão foi preso, em março, a Polícia Rodoviária Federal flagrou David Alves conduzindo um veículo pertencente a Mourão com diversos notebooks e aparelhos digitais. A investigação aponta que era uma tentativa de se desfazer das provas.
Em depoimento à PF, Victor Lima admitiu que trabalhava para David em serviços virtuais em defesa da reputação de Vorcaro. “VICTOR afirmou que DAVID lhe pagava R$ 2.000,00 por mês, além de bônus por serviços eventuais, e declarou ter conhecimento de que DAVID trabalhava para LUIZ PHILLIPI MOURÃO ‘por questões do Daniel’, acrescentando que a atuação de DAVID se voltava à reputação on-line de DANIEL BUENO VORCARO. Informou, ainda, que DAVID possuía empresa chamada BIPE, com a qual teria sido firmado contrato para uso de software desenvolvido para analisar e mapear a reputação de DANIEL”, diz a PF.
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