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13 de maio de 2026
Por Aramis Merki II
São Paulo, 13/05/2026 – O controle dos custos com inteligência artificial (IA) tornou-se um dos principais desafios das empresas que avançam na adoção da tecnologia. A avaliação é de Rafael Siqueira, consultor da McKinsey, durante painel na São Paulo Innovation Week (SPIW).
Tokens são as unidades que medem o volume de informação processada pelos modelos de IA, equivalentes a fragmentos de palavras ou caracteres. O uso nas plataformas tem custo variável, conforme a complexidade do modelo utilizado. Quanto mais sofisticado o sistema, maior o gasto por token.
A arquitetura financeira para administrar o uso dos tokens causa medo nas startups de tecnologia. Atualmente, muitos dos fornecedores de IA subsidiam parte dos custos para fidelizar clientes, mas a tendência é que esta estratégia diminua ao longo do tempo. Para Siqueira, a solução possível neste momento é calibrar a escolha dos modelos conforme a complexidade das tarefas que são exigidas. “Agentes mais simples nao precisam dos modelos mais caros”, disse.
O consultor aponta ainda que é preciso ter controle no uso que as equipes fazem dos seus tokens. Ele relata ter visto empresas que passaram a liberar créditos de tokens progressivamente, conforme os funcionários obtêm certificações em IA.
O cenário mais amplo na adoção global da tecnologia ainda é concentrado. Dois terços das empresas não utilizam IA em escala, limitando-se ao uso apenas de forma experimental, em provas de conceito (PoC, na sigla em inglês). Estes testes muitas vezes não são frutíferos. “Vemos nas empresas um cemitério de PoCs.”
Para o consultor, a distinção entre os níveis de uso nas corporações define o resultado que elas alcançam. “Chatbots respondem, assistentes ajudam, agentes executam. Empresas que tratam IA como mudança de modelo de negócio, e não como ferramenta, são as que apresentam melhor desempenho”, afirmou.
Contato: Merki@broadcast.com.br
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