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15 de maio de 2026
Por Victor Ohana, Naomi Matsui e Gabriel de Sousa
Brasília, 15/05/2026 – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou que não há “nada de errado” com o repasse de emendas parlamentares, ao comentar o financiamento do filme Dark Horse, que trata da biografia do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As declarações ocorreram nesta sexta-feira, 15, em entrevista à CNN Brasil.
“Não teve”, declarou. “Inclusive, o Mario Frias me disse que isso já foi investigado e não teve absolutamente nada de equivocado. Não tem essa vinculação com o filme. Não tem nada de errado na verba parlamentar que ele destinou para essa instituição. Os deputados vão vir à tona e explicar tintim por tintim, com toda a transparência, sem nenhuma dificuldade, para onde foi destinado esse recurso.”
Na ocasião, Flávio também criticou o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o chamou de “ator político”. O magistrado é relator do caso. “Mais um militante que está aí, que parece estar jogando um jogo combinado para buscar coisa onde não tem”, afirmou. “É mais um player, um ator político que não deixou de ser e está tentando interferir nas eleições. Ele tinha que vestir a toga, ele passou a ser um juiz.”
O senador também disse garantir que todos os recursos repassados ao fundo nos Estados Unidos foram investidos no filme. Ele disse ainda que confia “100%” no seu irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e no deputado Mario Frias (PL-SP).
Flávio afirmou que “se Deus quiser, vai ter um Bolsonaro ano que vem na cadeira da presidência” e listou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador destacou os índices de endividamento no País. “O Desenrola não vai tirar ninguém do endividamento”, declarou.
As declarações ocorrem na semana em que o site The Intercept Brasil divulgou uma reportagem segundo a qual Flávio negociou com Vorcaro R$ 134 milhões para produzir o filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Cerca de R$ 61 milhões foram pagos. Flávio nega a existência de irregularidades e diz que o investimento era privado.
Contato: victor.ohana@estadao.com; naomi.matsui@estadao.com; gabriel.sousa@estadao.com
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