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12 de maio de 2026
Por Ana Paula Machado
São Paulo, 12/05/2026 – A Vale atualizou, há pouco, as suas projeções para as operações de minério de ferro e níquel da Vale Base Metals (VBM) para este ano e 2027. Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a nova estimativa considerou as condições de mercado decorrentes do conflito no Oriente Médio e as sensibilidades de Ebitda e de fluxo de caixa do segmento de Níquel da (VBM).
Em Soluções de Minério de Ferro, segundo a Vale, a variação de fluxo de caixa livre em 2026, deve apresentar um incremento de aproximadamente US$ 1,5 bilhão, composto por um aumento de cerca de US$ 1,2 bilhão no Ebitda do segmento, geração de aproximadamente US$ 425 milhões por meio de programas de hedge cambial e de combustível e alta de cerca de US$ 100 milhões em investimentos de manutenção.
“Essa estimativa considera um cenário pré-conflito com preços médios de minério de ferro de janeiro e fevereiro de 2026 a US$ 102/t, Brent a US$ 67/bbl, bunker a US$ 490/t e câmbio R$ 5,27. No cenário pós-conflito: desempenho realizado entre janeiro e abril e preços atuais (spot) aplicados ao período de maio a dezembro de 2026: minério de ferro a US$ 112/t, Brent a US$ 104/bbl, bunker a US$ 675/t e câmbio R$ 4,90”, informou a Vale.
Segundo a companhia, as projeções do segmento de Níquel a estimativa é de um Ebitda de US$ 1,15 bilhão a US$ 2 bilhões em 2026 e de US$ 1,6 bilhão a US$ 2,45 bilhões em 2027. Já o fluxo de caixa livre na operação deve ficar entre US$ 5 milhões e US$ 700 milhões na VBM em 2026 e de US$ 300 milhões e US$ 1 bilhão em 2027.
A Vale informou que para essas estimativas foram assumidos como referência os preços de consenso dos analistas para 2026 de: US$ 12.660/t para cobre; US$ 54.650/t para cobalto; US$ 5.000/onça troy para ouro; US$ 2.170/onça troy para platina e US$ 1.680/onça troy para paládio; e, para 2027, de: US$ 12.220/t para cobre; US$ 48.550/t para cobalto; US$ 5.000/onça troy para ouro; US$ 2.070/onça troy para platina e US$ 1.500/onça troy para paládio.
Contato: ana.machado@estadao.com
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