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12 de maio de 2026
Por Mariana Ribas
São Paulo, 12/05/2026 – O pedido de recuperação judicial do Grupo Toky, ajuizado nesta terça-feira, aponta para uma dívida de R$ 1,1 bilhão. A Companhia afirmou, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta manhã, que busca preservar suas atividades, proteger sua liquidez e reestruturar seu endividamento.
Na inicial do processo, o grupo aponta que a recuperação judicial é consequência de um ambiente macroeconômico desafiador com alta instabilidade, volatilidade das taxas de juros e constantes variações cambiais que desequilibram o mercado e atingem fortemente o empreendedor brasileiro.
A empresa afirma que apesar das tentativas de reestruturação junto aos credores, o alto endividamento do grupo persiste e vem se agravando.
Entre os pedidos, a companhia requer proteção contra execuções de credores e pede a liberação imediata de R$ 77 milhões em recebíveis de cartão de crédito dos clientes que adquiriram seus produtos, que foram bloqueados pela SRM Bank. O grupo afirma no processo que isso “representa risco concreto de causar, em curtíssimo prazo, o estrangulamento financeiro e a paralisação das atividades empresariais”.
Pede, ainda, liminar com antecipação dos efeitos da recuperação judicial pelo período de 180 dias, enquanto o pedido é analisado pelo juiz.
O processo tramita na Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível do Estado de São Paulo, sob segredo de justiça.
Contato: mariana.ribas@estadao.com
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