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7 de maio de 2026
Por Eduardo Puccioni
São Paulo, 07/05/2026 – O Índice Nomad de Diversificação Internacional (INDI), indicador que estima a porcentagem de alocação no exterior que melhor equilibra risco e retorno na parcela arrojada da carteira, caiu para 56% em maio, ante 60% em abril e 64% em março. Quanto maior o INDI, maior a importância da diversificação internacional, segundo a Nomad.
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Gráfico histórico do Índice Nomad de Diversificação Internacional (Indi)
Em relatório antecipado à Broadcast, a Nomad avalia que mesmo diante da queda de quatro pontos porcentuais, o índice encontra-se acima da média de longo prazo mantendo a diversificação internacional como elemento central dos portfólios.
No documento, a empresa comenta que abril representou uma virada nos mercados globais, com a distensão das tensões no Oriente Médio reduzindo o prêmio de risco e abrindo espaço para o S&P 500 e o Nasdaq atingirem máximas históricas. “O movimento foi liderado por tecnologia – o Nasdaq 100 encaminhou seu melhor mês desde 2020, ancorado pela temporada de resultados e pela confirmação da IA como principal vetor de crescimento de lucros do S&P 500”, explicou a Nomad no relatório.
Ainda sobre os Estados Unidos, a Nomad destaca que o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) manteve os juros em 3,5%-3,75% pela terceira reunião consecutiva, mas com quatro dissidências – o maior número desde 1992. “Apesar das incertezas, o setor privado americano confirmou seu ‘excepcionalismo’ – e foi ele quem puxou os ativos de risco”, lembrou.
No Brasil, a Nomad afirma que os ativos brasileiros foram impulsionados pela melhora do cenário externo e pelo fluxo estrangeiro. “O dólar recuou abaixo de R$ 5, menor nível desde março de 2024. O Copom cortou a Selic pela segunda reunião consecutiva, em 0,25 ponto porcentual. A decisão foi unânime, mas o tom permaneceu cauteloso”, diz a Nomad.
Contato: eduardo.puccioni@broadcast.com.br
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