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12 de fevereiro de 2026
Por André Marinho e Altamiro Silva Junior
São Paulo, 12/02/2026 – O vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, Gilson Bittencourt, disse que a renegociação na carteira de crédito do agro, que somou R$ 35,5 bilhões, buscou o cliente adimplente, que tinha parcelas a vencer e capacidade de pagamento, conseguindo assim alongar a dívida e manter o relacionamento com o banco.
“A renegociação buscou produtor rural com capacidade de pagamento”, disse o executivo na teleconferência de analistas. “O prazo maior é um alivio para que esse produtor possa se reequilibrar.” O objetivo da linha foi estabilizar a inadimplência no agronegócio, que ainda deve respingar no primeiro trimestre de 2025.
A linha foi criada em outubro de 2025, por meio da Medida Provisória em 1.314, que venceu esta semana, no último dia 10 de fevereiro. A MP dá uma carência, sobre o principal, de um ano para a dívida, mas não dos juros, que precisam ser pagos, disse Bittencourt.
A renegociação não foi para diminuir a inadimplência, mas para estabilizar o indicador de calotes, dando capacidade de pagamento ao produtor rural, com quem o banco tem relação há vários anos, disse o vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores, Geovanne Tobias.
Contatos: andre.marinho@estadao.com; altamiro.junior@estadao.com
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