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4 de maio de 2026
Por Vinícius Novais
São Paulo, 04/05/2026 – A XP avalia que o relatório de produção e vendas da Petrobras no primeiro trimestre de 2026 aponta uma combinação de fatores que tende a sustentar números financeiros mais fortes no período. Para o analista Regis Cardoso, aumento de produção e petróleo mais caro são os principais vetores.
Após a divulgação do documento pela companhia, na quinta-feira, 30, a XP destacou a alta da produção de petróleo para 2,58 milhões de barris por dia. O avanço foi de 3,2% em relação ao trimestre anterior, puxado pelo ramp-up de plataformas em Búzios e Mero. A XP espera que a produção continue crescendo nos próximos meses.
Cardoso projeta Ebitda de cerca de US$ 12,6 bilhões para o primeiro trimestre, impulsionado por Brent mais alto e maior produção. Para o lucro líquido, a estimativa é de US$ 6,4 bilhões, com benefício de ganhos cambiais. Em geração de caixa, a XP estima fluxo de caixa de US$ 2,5 bilhões, equivalente a retorno trimestral de 1,8%. A projeção considera apoio do pagamento de earn-out relacionado aos campos de Sépia e Atapu.
Em linha com a política de dividendos da Petrobras, a XP projeta dividendos ordinários de cerca de US$ 2,4 bilhões. O retorno trimestral estimado é de 1,7%. Cardoso também menciona dividendos estimados em US$ 2,5 bilhões, com retorno de 1,8%.
Sobre a alta do petróleo, a XP pondera que o movimento foi parcialmente compensado pela apreciação do real. Também pesaram crack spreads médios mais fracos. No mercado doméstico, o crack spread da gasolina caiu cerca de US$ 17 por barril em relação ao trimestre anterior, para aproximadamente US$ 2,1 por barril. O crack spread do diesel recuou cerca de US$ 10 por barril, para US$ 24,4 por barril.
Contato: vinicius.novais@estadao.com
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
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