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Bitso integra USDT na Solana e habilita transações com stablecoin mais rápidas e acessíveis

14 de novembro de 2025

Por Jean Mendes

São Paulo, 14/11/2025 – A Bitso, aplicativo para investimento cripto, informou que passou a integrar Tether (USDT), na blockchain Solana, expandindo sua oferta de stablecoin (criptomoeda atrelada a um ativo real) para proporcionar transações mais rápidas, econômicas e eficientes, ao mesmo tempo que desbloqueia o acesso direto ao crescente ecossistema de finanças descentralizadas (DeFi) da Solana, diz a empresa em nota.

A nova funcionalidade permite que os usuários movimentem USDT quase instantaneamente e a uma fração do custo em comparação com outras redes, diz a Bitso.

“A adoção de stablecoins está redefinindo como as pessoas usam as criptomoedas, não apenas como um investimento, mas como uma ferramenta funcional para pagamentos, poupança e proteção contra a inflação. Ao adicionar o USDT na Solana, estamos oferecendo aos nossos usuários uma maneira mais rápida e acessível de movimentar dinheiro e participar na economia digital em constante evolução,” afirmou Alex Mehrdad, Gerente Geral da Bitso Retail.

De acordo com o relatório Panorama Cripto na América Latina da Bitso para o primeiro semestre do ano, as stablecoins foram os ativos cripto mais comprados entre os clientes da Bitso na América Latina, representando 46% de todas as transações na região. O USDT liderou o caminho, contabilizando 23% das compras e reforçando seu domínio em meio à crescente demanda por ativos digitais atrelados ao dólar americano.

Nova legislação de Ativos Virtuais

Sobre as novas regras para a negociação com ativos virtuais, publicado pelo Banco Central (BC) no último dia 10, a Bitso em nota, afirma que reforça a importância de que regulamentações essenciais, como as que tratam de prevenção à lavagem de dinheiro (PLD), governança, transparência e segurança, sejam aplicadas de forma consistente às entidades que prestam serviços de ativos virtuais. Desta forma, garantir um ambiente equilibrado e alinhado a padrões globais de compliance, prática que já faz parte da operação da plataforma.

A empresa acredita que preservar o espaço de atuação das exchanges reguladas é essencial para o fortalecimento da regulação, da transparência e da proteção ao consumidor no ambiente cripto. O diálogo entre o setor público e o privado deve continuar sendo o caminho para que o Brasil consolide um ecossistema competitivo, seguro e sustentável, capaz de liderar a inovação financeira na região.

Contato: jean.mendes@broadcast.com.br

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