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1 de maio de 2026
Por Talita Nascimento e Daniel Tozzi
São Paulo, 01/05/2026 – O ex-ministro da Fazenda e atual pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira ver boa vontade da mesa diretora da Câmara dos Deputados em se debruçar sobre a proposta do governo de redução da jornada de trabalho da escala 6×1 para um regime de 40 horas, garantindo dois dias de descanso remunerado, sem redução de salário.
“Eu estou confiante de que nós vamos conseguir entregar até o final do ano essa pauta, como fizemos com o salário mínimo ano passado e a isenção do imposto de renda do ano passado, que foi um compromisso do presidente Lula. Este ano, a jornada 6×1 tem de ser enfrentada definitivamente”, disse após participar de ato no Sindicato doa Metalúrgicos de São Paulo pelo Dia do Trabalho. A Câmara instalou na última a quarta-feira, 29, a comissão especial sobre as propostas de redução da jornada de trabalho e de fim da escala 6×1 na Câmara. O colegiado vai discutir o mérito das propostas e apreciar um parecer a ser divulgado pelo relator, Leo Prates (Republicanos-BA).
Questionado se as últimas derrotas do governo no Congresso Nacional não afetam a boa vontade da Câmara para com o projeto, ele creditou o ocorrido a outros fatores: “Eu sou da opinião de que essa derrota, essa dita derrota no Congresso, foi uma derrota do combate à corrupção. Eu compartilho com os analistas que eu tenho lido nos jornais de que tinha uma pretensão de um grande acordo em torno da impunidade daqueles responsáveis por alguns escândalos recentes no Brasil. E isso não sou eu que estou dizendo, é o próprio noticiário de imprensa séria que está dizendo”, afirmou.
Ele afirmou ainda que o que chamou de “suposta derrota da indicação do presidente (Lula) ao Supremo”, na verdade, foi uma derrota “de todos”.
Nesta semana, o Senado Federal rejeitou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga do Supremo Tribunal Federal. Messias foi indicado por Lula e recebeu apenas 34 votos favoráveis no plenário da Casa, durante sessão na quarta-feira, 29. No dia seguinte, o Congresso Nacional derrubou veto do presidente ao projeto de lei da dosimetria de penas aos condenados do 8 de Janeiro, beneficiando inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso por tentativa de golpe de Estado.
Contato: talita.ferrari@estadao.com; daniel.tozzi@estadao.com
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