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29 de abril de 2026
Por Leticia Fernandes, do Estadão, e Isadora Duarte
Brasília, 29/04/2026 – Senadores da oposição passaram a adotar a seguinte retórica para tentar derrubar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF): rejeitar o nome do atual chefe da Advocacia-Geral da União (AGU) seria como fazer o impeachment possível de um ministro da Corte, diante da crise de reputação que vive o STF. Esse é um dos recados que o Senado pode dar no momento, na avaliação dos parlamentares ouvidos pela Coluna do Estadão.
Outro argumento é de que barrar o nome de Messias também é dar uma resposta à sociedade em relação ao envolvimento de ministros com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master.
Um senador chegou a dizer à Coluna que “a sociedade brasileira pede esse ‘não’ para o Supremo tomar vergonha na cara”.
Ainda seria um recado ao presidente Lula, de que ele está enfraquecido junto ao Congresso Nacional e não tem cacife para aprovar mais um nome para a Corte.
Durante a sabatina de Messias na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que começou na manhã desta quarta-feira, 29, alguns senadores já começaram a divulgar notas explicando o motivo do voto contrário ao chefe da AGU para ocupar uma cadeira no Supremo. É o caso da senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR), que afirmou que “o Supremo não pode ser extensão de nenhum projeto de poder”.
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