Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Data Feed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Broadcast Quant
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
7 de janeiro de 2026
Por Denise Luna
Rio, 07/01/2026 – O incidente ocorrido no último domingo, durante a exploração da Margem Equatorial brasileira pela Petrobras, será um bom teste para saber se os planos de emergência exigidos pelo Ibama estão funcionando, avalia o sócio diretor da Leggio Consultoria, Marcus D’Elia. Apesar de não ter havido vazamento de óleo – que ainda nem foi descoberto, após um pouco mais de dois meses de exploração -, o especialista lembra que o fluido derramado no mar não deixa de ser um contaminante, e que será necessário observar as consequências do vazamento.
O incidente, diz, confirma a importância de o plano de emergência exigido pelo Ibama funcionar. “Mesmo contaminantes ‘degradáveis’ precisam ser contidos e recolhidos conforme protocolo, antes de se diluir naturalmente”, observou.
O Ibama foi comunicado imediatamente pela Petrobras sobre o vazamento de um fluido biodegradável durante a perfuração do campo de Morpho, o primeiro de quatro poços que serão perfurados na bacia da Foz do Amazonas para saber se existe óleo comercial na região. O incidente interrompeu a perfuração, que deve ser retomada em no máximo 15 dias.
Segundo uma fonte próxima ao assunto, o vazamento não causa preocupação para a estatal, já que a perda de parte do fluido durante a exploração de poços é uma situação comum na indústria e não causa poluição.
“É como na fervura do macarrão, quando a água transborda da panela você apaga o fogo, reduz a água e seca o fogão. Não estragou o macarrão nem sujou a cozinha e só atrasou um pouco a entrega do prato”, resumiu a fonte.
De acordo com o Ibama, será aberto um processo administrativo para avaliar o vazamento e as causas serão investigadas.
Contato: denise.luna@estadao.com
Veja também