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27 de fevereiro de 2026
Por Gabriela da Cunha
O Terminal de Petróleo (T-Oil), no Porto do Açu, que renovou seu recorde de embarques de óleo cru com destino ao exterior no último ano, deve ter melhorias ainda em 2026. A Vast Infraestrutura, proprietária do terminal, prevê obras de adequação para que o terceiro berço de atracação também possa receber embarcações da classe VLCC (Very Large Crude Carrier), com capacidade de até 2 milhões de barris de petróleo. Paralelamente, a companhia avalia projeto voltado à tancagem de petróleo.
O T-Oil respondeu por 48% do volume de petróleo bruto embarcado para exportação em 2025, mantendo a primeira posição nesse mercado. Foram movimentadas 30,15 milhões de toneladas, volume 19% superior ao de 2024.
O CEO da Vast, Victor Snabaitis Bomfim, explica que as obras de adaptação no terceiro berço trarão maior capacidade de movimentação simultânea de grandes volumes de óleo bruto, mais previsibilidade para a operação, e redução do tempo de inatividade (downtime).
“O crescimento da produção e da exportação de petróleo no Brasil reforça a importância de termos uma infraestrutura logística eficiente, segura e com menor intensidade de emissões, fatores-chave para a competitividade no mercado internacional”, destaca.
Além da licença para operar navios VLCC em dois berços já em uso, o T-Oil tem um berço de atracação apto a operar com navios do tipo Suezmax, com capacidade de até 1 milhão de barris.
Os berços também são usados para a movimentação de óleo bruto para o mercado interno. O T-Oil foi o segundo terminal que mais realizou operações de transbordo. Foram 229 operações de double banking, 20% acima das de 2024.
Somados os dois mercados, a empresa movimentou, ao todo, 60,4 milhões de toneladas de óleo bruto, crescimento de 20% na comparação anual e o maior volume desde o início das operações, em 2016.
A companhia também avalia o uso da retroárea do T-Oil para a tancagem de petróleo, ter maior eficiência no escoamento da produção, além de, potencialmente, atrair contratos de longo prazo.
Atualmente, a Vast tem contratos para transbordo de petróleo com 12 operadoras. Petrobras, Equinor, Prio e Shell são algumas das empresas atendidas.
Novos negócios
Além do T-Oil, a Vast é proprietária do Terminal de Líquidos do Açu (TLA), voltado a combustíveis marítimos, lubrificantes, combustíveis claros, além de químicos e biocombustíveis.
Em 2025, a Vast iniciou a construção do parque de tancagem do TLA e a previsão é que as operações tenham início no último trimestre de 2026. Dois contratos para utilização desse terminal já foram firmados.
Contato: gabriela.cunha@estadao.com
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