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11 de março de 2026
Por Cecília Mayrink
São Paulo, 11/03/2026 – O UBS BB fez um duplo rebaixamento para as ações da Telefônica Brasil, de compra para venda, e cortou o preço-alvo de R$ 37,50 para R$ 36, o que representa um potencial de queda de 14,46% em relação ao fechamento de ontem.
O banco afirma que agora está se tornando mais seletivo, após três anos de posicionamento construtivo em relação à companhia e às empresas de telecomunicação da América Latina.
Embora o cenário operacional da Telefônica permaneça relativamente positivo, as previsões de crescimento, margens, despesas de capital e custos de arrendamento agora se traduzem em crescimento do fluxo de caixa livre para a empresa (FCF) abaixo da média dos pares, com assimetria negativa, observa o UBS BB.
Ao mesmo tempo, os analistas Leonardo Olmos, Andre Salles e Gustavo Farias afirmam que a avaliação não compensa mais essa normalização: os dividendos e os rendimentos do FCF caíram para um dígito, não sustentando mais a afirmação sobre o valor das ações.
“Isso resulta em um perfil de carry pouco atraente – abaixo do custo do capital próprio -, tornando a Telefônica a opção menos interessante em nosso universo de empresas de telecomunicações da América Latina”, avaliam.
O banco calcula que, sob premissas quase ideais, a companhia pode apresentar um crescimento de FCF de 4 a 8% entre 2025 e 2027, o que ele considera o limite superior. Os riscos de queda decorrem principalmente das receitas de serviços móveis, que representam cerca de dois terços das vendas e estão desacelerando estruturalmente em relação à inflação, limitando a alavancagem da receita bruta e a absorção de custos. Em um cenário negativo, o crescimento do FCF pode cair abaixo de um dígito médio, reforçando um perfil de queda assimétrico, na avaliação do banco.
Contato: cecilia.kuinghttons@estadao.com
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