Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Broadcast Quant
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
25 de março de 2026
Por Lavínia Kaucz
Brasília, 25/03/2026 – O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, há pouco, o julgamento sobre as decisões que suspenderam o pagamento de “penduricalhos” nos Três Poderes. Esses adicionais contribuem para que os salários no serviço público ultrapassem o teto do funcionalismo – equivalente ao salário de um ministro do STF (R$ 46,3 mil).
Antes da sessão, sete ministros almoçaram juntos por quase duas horas para falar sobre este e outros temas na pauta da Corte. Os relatores das ações sobre os “penduricalhos”, Flávio Dino e Gilmar Mendes, não compareceram, nem o ministro Cristiano Zanin.
Em 5 de fevereiro, Dino deu um prazo de 60 dias para a revisão dos pagamentos de todas as verbas indenizatórias. Após esse prazo, a decisão estabelece que todos os adicionais criados sem previsão expressa na lei (seja ela municipal, estadual ou federal) devem ser suspensos.
Já dia 24 de fevereiro, Gilmar deu outra decisão que corrobora e amplia a determinação de Dino. Ele suspendeu o pagamento de “penduricalhos” no Judiciário e no Ministério Público que tenham como base leis estaduais.
Na última segunda-feira, uma comissão composta por representantes dos Três Poderes apresentou ao Supremo uma proposta de transição para o fim desses pagamentos. O grupo foi criado com o objetivo de chegar a uma solução dialogada entre as instituições. No mês passado, o presidente do Supremo, Edson Fachin, suspendeu o julgamento do tema para aguardar essa proposta.
Contato: lavinia.kaucz@estadao.com
Veja também