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25 de fevereiro de 2026
Por Caroline Aragaki
São Paulo, 25/02/2026 – A Oxford Economics afirma que está overweight (posição acima da média) em títulos da América Latina, particularmente na Colômbia, no Brasil e no México. Para o Brasil especificamente, o destaque fica para contratos com vencimento de 10 anos, que têm retorno estimado de cerca de 9% para os próximos 12 meses.
“Achamos que o nível atual de prêmio de risco é muito alto, dadas as crescentes vulnerabilidades fiscais do Brasil. Não há problemas imediatos de liquidez para o governo, nem sinais de confiança evaporando; e ainda há tempo para o governo tomar as decisões fiscais apropriadas nos próximos anos”, avalia o economista sênior para a América Latina da Oxford Economics, Mauricio Monge.
O prêmio de risco do Brasil permanece em 4,5%, bem acima de sua média histórica de 10 anos de 3,2% e deve permanecer alto no curto prazo. “A combinação das eleições nacionais de 2026, um ritmo gradual de consolidação fiscal e uma taxa de juros que permanece significativamente acima de seu nível neutro continua sustentando prêmios de risco elevados em toda a curva”, observa Monge, em relatório.
Em termos de câmbio, a Oxford Economics espera uma depreciação do real de 2,7% em 2026, refletindo a perspectiva de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, junto com um Banco Central mais cauteloso.
Colômbia e México
Para os títulos colombianos, em moeda local, a estimativa é de rendimento de 12,9% para o vencimento de 10 anos, acima da estimativa de valor justo de 11%. Já para os títulos do México, a estimativa de rendimento é de 8,7%.
Contato: caroline.aragaki@estadao.com
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast.
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