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8 de abril de 2026
Por Beth Moreira
São Paulo, 08/04/2026 – A Oncoclínicas classificou como inviável uma oferta de financiamento não vinculante recebida da MAK Capital Fund e da Lumina Capital Management. A informação consta de resposta a questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre notícias sobre o tema. Segundo a companhia, a proposta, que varia entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões, traz exigências e garantias que não podem ser cumpridas, como a alienação fiduciária de ações de um hospital que já não pertence à empresa.
A oferta, recebida em 24 de março de 2026, seria viabilizada através da constituição de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC), ao qual a Oncoclínicas cederia R$ 200 milhões em recebíveis. Apesar de considerar os termos atuais inviáveis, a administração da companhia informou que está avaliando alternativas para estruturar uma operação que permita dar continuidade às negociações com a MAK e a Lumina, mas ressaltou que, por ora, não há fato relevante a ser divulgado.
Starboard
A empresa ainda negou a existência de uma oferta de cerca de R$ 1 bilhão da Starboard, que envolveria aumento de capital e conversão de dívida. A Oncoclínicas afirmou que não há nenhuma proposta, vinculante ou não, recebida da Starboard, e que não existe qualquer documento celebrado ou aprovação societária relacionada ao tema.
A empresa reiterou que, embora avalie todas as propostas que possam endereçar sua situação econômico-financeira, o único documento formalizado com terceiros é o termo de compromisso não vinculante com a Porto Seguro e o Fleury, cujos termos seguem em negociação.
A Oncoclínicas destacou ainda que quaisquer tratativas com outros interessados devem respeitar o acordo de exclusividade com Porto e Fleury, válido até 12 de abril de 2026.
Contato: beth.moreira@estadao.com
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
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