Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Broadcast Quant
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
11 de setembro de 2025
Por Arícia Martins
São Paulo, 11/09/2025 – Com a emissão de R$ 31,7 bilhões em leilão de títulos públicos pelo Tesouro Nacional nesta semana, o ritmo de rolagem da dívida está em 133%, com queda de três pontos porcentuais em relação à semana passada e alta em relação a um mês, quando estava em 130%, informa a Necton Investimentos.
“Para manter esse ritmo, seria necessária a emissão de R$ 33,7 bilhões por semana. Com isso, o Colchão de Liquidez (CL) terminaria o ano em R$ 1,273 trilhões, equivalente a 8,6 meses de nível prudencial”, afirma o estrategista de renda fixa Fernando Ferez, em relatório enviado a clientes.
Considerando a métrica da média acumulada no ano, o ritmo de rolagem seria de 135%, o que representaria uma emissão média semanal de R$ 35,2 bilhões. Para que a rolagem seja de 100%, seria necessária a emissão média de R$ 4,2 bilhões por semana, de hoje até o final do ano. Esse valor corresponde exatamente ao ponto médio do Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2025, de R$ 8,3 trilhões, destaca a corretora.
No ano, a emissão acumulada de títulos já chega a R$ 1,289 trilhão, contra R$ 1,326 trilhão de vencimento, diz Ferez. Assim, o Tesouro Nacional alcança, no período, 39% das emissões em Letras Financeiras do Tesouro (LFT), e o restante, em Notas do Tesouro Nacional – Série B (NTN-B), apontou. Para o final de 2025, o estrategista prevê que 21,6% da dívida seja composta por prefixados, 26,7%, por NTN-B, e 48,1%, por LFT, dentro das bandas do PAF.
A emissão acima de R$ 30 bilhões feita pelo Tesouro esta semana se deu em meio a um contexto de tensão política local e surpresa altista com os dados de inflação, com o IPCA de agosto tendo recuado menos do que o esperado pelo mercado (-0,11%), diz Ferez.
Contato: aricia.martins@estadao.com
Veja também