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26 de fevereiro de 2026
Por Naomi Matsui e Victor Ohana
Brasília, 26/02/2026 – O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), voltou a defender a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6×1, disse considerar viável aprová-la no plenário da Câmara, no qual precisará de quórum maior, e avaliou que os legisladores não podem legislar apenas para uma “pequena elite”.
“A matéria, sendo bem construída, tendo responsabilidade para com o País, vejo que é, sim, muito viável a sua aprovação com quórum constitucional no plenário da Câmara”, disse nesta quinta-feira em entrevista ao Metrópoles. Motta comparou a resistência de alguns setores à redução de jornada com a resistência que havia com o fim da escravidão. “É para essas pessoas [trabalhadores] que precisamos agir. E não para uma pequena elite, uma bolha”.
Ele comentou as articulações dos presidentes do União Brasil, Antônio Rueda, e do PL, Valdemar Costa Neto, contra o projeto, mas ponderou que são pessoas abertas ao diálogo. “Tanto o Rueda e o Valdemar, que são dois queridos amigos, que têm muita legitimidade, presidem partidos grandes no Brasil, e podem colocar o seu ponto de vista. E são pessoas também abertas ao diálogo, são pessoas que praticam a democracia”.
O deputado defendeu a necessidade de se ouvir os setores que já adotam a jornada 5X2 e prometeu ter uma “condução imparcial” e sensível na tramitação do projeto.
Contato: naomi.matsui@estadao.com; victor.ohana@estadao.com
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