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17 de março de 2026
Por Victor Ohana
Brasília, 17/03/2026 – O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que sentiu falta de uma defesa por parte dos setores empresariais em relação ao papel desempenhado pelos parlamentares na derrubada dos decretos relativos ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), em 2025.
As declarações ocorreram nesta terça-feira, 17, durante almoço realizado pela Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), em Brasília. A FPE é presidida pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA) e tem a participação de 205 deputados e 46 senadores.
“Os setores, principalmente os que estavam mais impactados, na minha avaliação, deveriam ter se mobilizado melhor para fazer uma defesa perante a sociedade do papel que a Câmara e o Senado cumpriram naquela derrubada”, declarou.
Motta continuou: “Eu sinto que os parlamentares se sentiram ali, não vou dizer abandonados, mas os parlamentares não se sentiram respaldados pela decisão que foi tomada. Eu acho que faltou mobilização, faltou defesa”.
O presidente da Câmara lamentou ainda a impressão deixada por aquelas votações de que os parlamentares atuam em defesa dos mais ricos.
“Faltou, na verdade, do meu ponto de vista, uma melhor explicação à sociedade do papel que o Congresso cumpriu, porque depois transpareceu que nós estávamos querendo proteger os mais ricos em detrimento dos mais pobres, e não foi isso que aconteceu”, disse.
O deputado acrescentou: “A gente sabe que, quando se aumenta a carga, se aumenta para todo mundo. Todo mundo acaba no final do dia pagando essa conta”.
Contato: victor.ohana@estadao.com
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