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7 de janeiro de 2026
Por Matheus Andrade, especial para o Broadcast
São Paulo, 07/01/2026 – A captura do líder de longa data da Venezuela, Nicolás Maduro, terá apenas um efeito limitado nos preços globais de petróleo em 2026 porque não mudará materialmente a oferta da commodity, de acordo Moody’s. Em relatório, a agência aponta que, no longo prazo, o evento pode facilitar a reentrada de empresas petrolíferas americanas e internacionais na Venezuela, no entanto, a magnitude do investimento e o prazo necessário para aumentar significativamente a produção do país tornarão improvável até mesmo um impacto de médio prazo nos preços globais do petróleo.
No curto prazo, qualquer petróleo venezuelano adicional que chegar aos EUA expandirá os diferenciais nos preços de petróleo pesado, beneficiando moderadamente as refinarias da Costa do Golfo dos EUA que estão particularmente equipadas para lidar com petróleo pesado, incluindo Valero Energy, Marathon Petroleum e CITGO Petroleum, aponta.
Se levar a uma eventual abertura da indústria petrolífera da Venezuela, o evento beneficiará mais facilmente os produtores dos EUA com envolvimento atual ou passado no país, como Chevron, ConocoPhillips e ExxonMobil. As empresas europeias que mantiveram ativos na Venezuela, como Eni e Repsol, também estariam bem-posicionadas para capitalizar a melhora do acesso aos recursos, junto com provedores globais de serviços para campos petrolíferos, como SLB e Halliburton.
Contato: Matheus.andrade@Estadao.com
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