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2 de abril de 2026
O Ministério de Minas e Energia (MME) encaminhou um ofício pedindo que a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) tome providências necessárias contra práticas alegadamente abusivas de preços no mercado de gás liquefeito de petróleo (GLP), com referência ao resultado do leilão da Petrobras realizado no último dia 31. As providências são solicitadas à Senacon, mas o Ministério da Fazenda também foi acionado no despacho.
O documento cita “leilões mais recentes” com ágios que superam os 100% do preço normalmente praticado nos contratos de fornecimento. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou hoje, em entrevista à TV Record da Bahia, que vai “anular” o certame realizado pela Petrobras na última terça-feira.
“As pessoas sabiam da orientação do governo e da Petrobras: não vamos aumentar o GLP. Pois fizeram um leilão contra a vontade da direção da Petrobras. Vamos rever esse leilão, vamos anular esse leilão. O povo pobre não pagará, em hipótese alguma, o preço dessa guerra”, disse Lula.
O leilão foi realizado para a venda de 70 mil toneladas de GLP, com o aumento da demanda industrial. “Tem causado preocupação à política energética nacional … a adoção, por agentes econômicos fornecedores de GLP no mercado nacional, de mecanismos de oferta do produto que têm ocasionado encarecimento substancial do combustível e potenciais realocações logísticas”, diz o documento da Pasta de Alexandre Silveira.
O ofício também menciona eventuais impactos sobre o programa Gás do Povo, que disponibiliza gratuitamente botijões de 13 quilos para famílias de baixa renda. Isso porque há pressão por correção dos preços de referência praticados neste programa.
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