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13 de janeiro de 2026
Por Gabriel de Sousa e Gabriel Hirabahasi
Brasília, 13/01/2026 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agradeceu nesta terça-feira, 13, pelo X, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski pelo período em que ficou na pasta. Há pouco, o Palácio do Planalto confirmou a indicação de Wellington César Lima e Silva para comandar a pasta.
“Agradeço ao ex-ministro Ricardo Lewandowski pelo excelente trabalho e toda a sua dedicação na condução do Ministério da Justiça e Segurança Pública”, disse Lula no X.
A indicação de Wellington César foi confirmada após reunião dele com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com o então ministro interino, Manoel Carlos de Almeida Neto.
A nomeação de Wellington César vai ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) ainda nesta terça-feira.
Por atuar na Petrobras, Wellington César fica no Rio de Janeiro. Foi chamado a Brasília para conversar com o presidente nesta terça e receber o convite para assumir a pasta deixada por Ricardo Lewandowski, na última sexta-feira, 9.
Segundo a nota, Wellington César ocupará a chefia do Ministério da Justiça e Segurança Pública, indicando que Lula não deve dividir a pasta neste momento. O petista quer a criação do Ministério da Segurança Pública condicionada a aprovação da PEC da Segurança Pública.
Como mostrou a Coluna do Estadão, Wellington era um dos cotados para assumir a pasta ao lado do ministro da Educação, Camilo Santana, e o atual ministro interino, Manoel Carlos de Almeida Neto. Corria por fora o ministro da Controladoria Geral da União, Vinicius de Carvalho, e o advogado Marco Aurélio de Carvalho, do Grupo Prerrogativas.
Wellington contou com o apoio de três figuras influentes do entorno do presidente: o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Sidônio Palmeira (Comunicação Social). Wagner foi o principal fiador da entrada do advogado-geral da Petrobras na Esplanada.
Por 11 dias, em março de 2016, Wellington foi o ministro da Justiça de Dilma. À época, Wagner era o homem-forte do governo, tendo ocupado a Casa Civil. Porém, após o STF estabelecer que ele não poderia acumular o cargo no Executivo e a carreira no Ministério Público, Wellington decidiu continuar
Contatos: gabriel.sousa@estadao.com; gabriel.hirabahasi@estadao.com
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