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8 de janeiro de 2026
O governo da Irlanda anunciou que votará contra o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul na reunião decisiva agendada para a sexta-feira, 9. O primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, afirmou em entrevista que, embora tenham sido feitos “enormes progressos” nas negociações, não há confiança necessária de que os agricultores do país não ficarão sob excessiva pressão econômica caso o tratado seja ratificado.
A negativa irlandesa ocorre um dia antes da data que o governo brasileiro considera o “marco relevante” para o futuro do pacto.
A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, afirmou que a reunião de sexta em Bruxelas trará a clareza necessária sobre os próximos passos. “A gente não vai cravar uma data, mas a partir daí a gente vai ter mais clareza”, disse, relembrando a carta enviada pela Comissão Europeia ao presidente Lula prometendo a assinatura para janeiro.
Cenário dividido
A votação, na sexta, vai testar a coesão do bloco europeu. Enquanto a Irlanda formaliza o seu “não” e a França enfrenta protestos massivos de agricultores – com a federação FNSEA exigindo “Stop Mercosul” e bloqueando estradas -, a Alemanha tenta costurar a maioria necessária.
O porta-voz do governo alemão, Stefan Kornelius, declarou na quarta estar “muito confiante” de que a Itália apoiará o acordo.
O apoio de Roma é visto como fundamental para contrabalançar a oposição francesa e obter a maioria qualificada necessária para que a Comissão Europeia possa assinar o tratado, possivelmente na próxima semana.
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