Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Broadcast Quant
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
10 de março de 2026
São Paulo, 10/03/2026 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou nesta terça-feira sua previsão para a produção de milho no Brasil em 2025/26, de 131 milhões para 132 milhões de toneladas. A estimativa de exportações ficou inalterada em 43 milhões de toneladas. Os números constam do relatório de oferta e demanda de março. Analistas consultados pelo Wall Street Journal esperavam um aumento da produção para 132,3 milhões de toneladas. Para a safra 2024/25, a estimativa de produção foi mantida em 136 milhões de toneladas, mas os embarques foram elevados de 41,5 milhões para 42,24 milhões de toneladas.
Para a Argentina, a produção de milho em 2025/26 foi reduzida de 53 milhões para 52 milhões de toneladas, enquanto a estimativa de exportações permaneceu em 37 milhões de toneladas. A expectativa do mercado era de uma leve redução na produção, para 52,9 milhões de toneladas. Para 2024/25, a estimativa de produção ficou inalterada em 50 milhões de toneladas, e a de embarques foi reduzida de 29,50 milhões para 29 milhões de toneladas.
Quanto à soja, a estimativa para a produção no Brasil em 2025/26 foi mantida em 180 milhões de toneladas. Analistas consultados pelo Wall Street Journal esperavam uma redução para 179,3 milhões de toneladas. A estimativa de embarques ficou inalterada em 114 milhões de toneladas. Para a temporada 2024/25, a projeção de safra foi mantida em 171,5 milhões de toneladas, com embarques também mantidos em 103,14 milhões de toneladas.
Para a Argentina, o USDA cortou a produção de soja de 48,50 milhões para 48 milhões de toneladas no ciclo 2025/26, enquanto o mercado esperava uma redução para 48,1 milhões de toneladas. Para 2024/25, a estimativa foi mantida em 51,11 milhões de toneladas.
(Equipe AE)
Veja também