Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Broadcast Quant
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
22 de janeiro de 2026
Por Lavínia Kaucz
Brasília, 22/01/2026 – O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), utilizou as redes sociais para registrar apoio ao colega Dias Toffoli, que vem sofrendo críticas por sua atuação no processo sobre o Banco Master. Em publicação no X, Gilmar exaltou o procurador-geral da República, Paulo Gonet, por arquivar o pedido de afastamento de Toffoli do caso. Ele também afirmou que decisões “afastadas de pressões circunstanciais” fortalecem a segurança jurídica e “reafirmam a maturidade institucional” do Brasil.
“A decisão da PGR de arquivar o pedido de afastamento do ministro Dias Toffoli evidencia o funcionamento regular das instituições da República. Em um Estado de Direito, a preservação do devido processo legal e a observância das garantias institucionais constituem condições essenciais para a estabilidade democrática e para a confiança da sociedade nas instituições”, escreveu Gilmar.
Ele concluiu: “Decisões fundadas em critérios jurídicos objetivos, afastadas de pressões circunstanciais, fortalecem a segurança jurídica e reafirmam a maturidade institucional do sistema constitucional brasileiro”.
A representação que pedia a suspeição de Toffoli foi apresentada à PGR por parlamentares, que se basearam na viagem do ministro em um jatinho com um dos advogados de executivos do Banco Master.
No seu despacho, Gonet não chegou a opinar sobre o mérito do fato abordado na representação e apenas citou que não teria providências a adotar. O caso não envolveu os fatos mais recentes revelados sobre o investimento de um cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro em um resort, que tinha como sócios os irmãos de Toffoli.
Como mostrou o Estadão, parte dos ministros defende que Toffoli abra mão da relatoria do caso Master como forma de diminuir a pressão sobre a Corte. O ministro tem dito que não deve se declarar impedido ou suspeito para conduzir as investigações e, por isso, a alternativa seria enviar o caso para a primeira instância.
Contato: lavinia.kaucz@estadao.com
Veja também