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7 de abril de 2026
Por Eduardo Laguna e Francisco Carlos de Assis
São Paulo, 07/04/2026 – A bolsa brasileira segue oferecendo preços convidativos e oportunidades em diversos setores, porém com o risco agora de um prolongamento dos conflitos envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O diagnóstico foi feito por executivos de gestoras de ativos durante painel em fórum com investidores do Bradesco BBI.
“Não há como dizer que a bolsa está cara. Pelo contrário, achamos que está barata. O risco é a continuidade da guerra no Irã”, resumiu Rodrigo Santoro, head de renda variável na Bradesco Asset Management (BRAM). Segundo Santoro, na contramão de outros mercados emergentes, a América Latina segue recebendo fluxos de capital estrangeiro, que devem ganhar força quando a guerra terminar, dada a diversificação dos investimentos para fora dos Estados Unidos.
Para o representante da BRAM, os juros altos, entre os maiores do mundo, explicam os descontos nas ações brasileiras. Porém, dado o patamar da Selic no início do ciclo de afrouxamento monetária, os juros no Brasil vão cair mais do que na maioria dos mercados internacionais, ressaltou.
Para Andre Caldas, sócio e gerente de portfólio da Springs Capital, o maior risco ao potencial de valorização da bolsa está na duração da guerra, dada a possibilidade de recessão global caso o conflito se prolongue, mantendo os preços do petróleo nas alturas. Ele entende, no entanto, que os movimentos do Irã em direção a uma negociação com os Estados Unidos, sugerindo fragilização do país persa, indicam que a guerra não vai durar mais do que dois meses. “Isso demonstra que essa guerra não vai durar seis meses”, aposta Caldas.
Contatos: eduardo.laguna@estadao.com; francisco.assis@estadao.com
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