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Frente Parlamentar do Brasil Competitivo diz que BC ‘é essencial para confiança dos mercados’

8 de janeiro de 2026

A Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo divulgou nota nesta quinta-feira, 8, em defesa do Banco Central (BC), destacando que o órgão “possui um dos mais elevados padrões regulatórios do mundo, reconhecido internacionalmente como referência de boas práticas”.

“Trata-se de uma instituição técnica, sólida e essencial para a confiança dos mercados, dos investidores e da sociedade”, diz o grupo ao destacar o papel do Banco na “regulação do sistema financeiro nacional e na preservação da estabilidade econômica do País”.

A Frente parlamentar destacou ainda que a autonomia do BC fortaleceu o arcabouço institucional do Brasil e conferiu “maior previsibilidade, estabilidade e segurança” à condução da política monetária e à regulação do sistema financeiro.

“É fundamental preservar e fortalecer as instituições que sustentam o funcionamento da economia. A competitividade de uma nação se constrói com regras claras, segurança jurídica e instituições robustas, capazes de exercer suas funções com independência e responsabilidade”, frisam os parlamentares.

A nota é divulgada após o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Jhonatan de Jesus suspender a inspeção in loco no Banco Central – medida que havia sido determinada por ele próprio no âmbito de uma apuração sobre a liquidação do Banco Master. Durante o recesso, o ministro chegou a alertar que poderia determinar que o BC fosse impedido de vender bens do Master na liquidação do banco.

Conforme mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, instituições e personalidades envolvidas com a operação do Banco Master sofreram uma tentativa de assassinato de reputação nas redes sociais pouco antes da virada do ano. Uma série de postagens tentou colocar em xeque a credibilidade de órgãos públicos e privados, como o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em relação à operação de liquidação extrajudicial do Master, decretada pelo BC no dia 18 de novembro do ano passado. A liquidação foi assinada pelo presidente do BC, Gabriel Galípolo.

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