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4 de março de 2026
Por Gabriel Hirabahasi
Brasília – Integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passaram a admitir, reservadamente, a possibilidade de que a reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington seja adiada por causa da escalada do conflito no Irã.
Fontes ouvidas pelo Broadcast Político disseram que o ataque dos Estados Unidos ao Irã no sábado, 28, dificulta o plano de organizar uma viagem a Washington para que os dois chefes de Estado se reúnam pessoalmente.
A posição não é oficial. O governo não recebeu nenhum recado dos norte-americanos quanto à data. A percepção de alguns integrantes do governo brasileiro nos bastidores, no entanto, é de que o foco do governo dos Estados Unidos, neste momento, deve ser a guerra no Irã e seus desdobramentos. A negociação com o Brasil ficaria em segundo plano.
Até a semana passada, a previsão de integrantes do governo brasileiro era de que o encontro acontecesse neste mês, mais provavelmente na segunda quinzena. Mas auxiliares do presidente começaram a afirmar que adiar a viagem para abril, por exemplo, não mudaria nada na prática.
Lula disse, na semana passada, que o dia 16 de março seria uma data para a viagem. O governo norte-americano, porém, não deu nenhum indicativo sobre a sugestão feita pelo petista até o momento.
O governo brasileiro aguarda um sinal da Casa Branca sobre a data em que Trump poderia receber Lula. Até agora, o Palácio do Planalto ou o Itamaraty não receberam nenhum sinal por parte dos norte-americanos quanto à data da visita. O ataque ao Irã adicionou um novo elemento dificultador.
Oficialmente, o Ministério das Relações Exteriores diz apenas que ainda não há uma data definida para o encontro de Lula e Trump. O Itamaraty é quem coordena, junto ao governo dos Estados Unidos, a negociação da data da viagem.
Contato: gabriel.hirabahasi@broadcast.com.br
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